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sexta-feira, 1 de abril de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
Cuidados com os Vampiros Psíquicos e como escapar das suas garras.
Os piores vampiros não são os que sugam o teu sangue, mas os dissimulados que drenam a tua vontade de viver.
Certamente existem estirpes humanas sugadoras de sangue, porém, assim como os adeptos do piercing extremo, eles estão mais para lendas, do que algo palpável capaz de tirar a paz das pessoas. Contrário senso, os parasitas de energia psíquica estão de tal forma espalhados pelo mundo, que um deles pode estar no seio da sua família sem que você saiba.
O mecanismo mais plausível para o surgimento de um Vampiro Psíquico (VP) é a busca pelo combustível do bem estar, a felicidade, que ele não consegue obter pelos seus próprios meios. O problema é que a felicidade não nasce em árvores e não se compra na farmácia, pois tal dom é conquistado em parte mediante a adoção de boas escolhas de vida, e em parte como resultado da herança genética.
Para reconhecê-los, primariamente temos que caracterizar os tipos mais comuns de Vampiros:
Pessoa sempre “para baixo”.
Este vampiro coloca qualquer um para baixo, mesmo que poucas palavras sejam trocadas com ele, às vezes até menos, pois a simples presença pode impactar negativamente o humor dos circundantes.
Antídoto: não tente insuflar luz em buracos negros, ou seja, a tendência natural das pessoas alegres é levantar o astral das pessoas “down”. Porém, com o vampiro psíquico isto não funciona, já que o único resultado prático é você PERDER o seu alto astral ao longo do processo e estragar o seu dia.
Isto parece ser um conselho politicamente incorreto e atentatório contra o princípio universal da caridade e do amor, todavia, diante de um VP inveterado, tenha certeza que a única alegria dele, consciente ou inconscientemente, será a sua derrota. Neste caso, a lei mais imediata da auto-preservação manda você zarpar para longe do perigo.
Invejoso.
Decore bem este aforismo: TODO o invejoso é um vampiro psíquico e todo vampiro psíquico tem como centro de gravidade da sua personalidade a inveja.
Antídoto: jamais ponha na mesa para qualquer pessoa os motivos da sua felicidade, os seus ganhos, as suas alegrias, conquistas e os seus projetos auspiciosos. Mesmo que você não dê importância e não perceba, o vampirismo psíquico tem o poder de arruinar a sua vida, pois muitas vezes quando eles terminam sendo descobertos, é tarde demais.
Os invejosos mais perigosos se dissimulam de bons camaradas e confidentes, até que dão o golpe pelas costas, articulando intrigas e tramando conspirações.
Coitadinho: auto-comiserativo/indeciso.
Toda a pessoa constantemente frágil é altamente suspeita de ser vampira psíquica. Quem não se valoriza, quem está sempre dependendo de conselhos para tomar decisões e encontrar um rumo, corre um sério risco de ser um Vampiro do tipo coitadinho.
Antídoto: quando você percebe ao longo da convivência que uma determinada pessoa nunca “troca o disco” e vem sempre com a mesma ladainha, é hora de VOCÊ procurar a sua praia e se afastar educada e rapidamente do convívio mais próximo.
Problemático.
Você conhece uma pessoa cheia de problemas familiares, de saúde, trabalho, etc? Assim como acontece com o auto-comiserativo, desconfie quando alguém nunca troca o disco da sua canção psicológica. Com o tempo você acaba percebendo que, quanto mais conselhos você dá, menos a pessoa os acata e menos tem vontade de mudar. Ou seja, ela usa o seu enxame de problemas para lançar redes psíquicas sobre os outros afim de enredá-los, para que possa extrair-lhes assim o sumo da boa disposição.
Antídoto: se por caso conselho fosse bom, não seria dado, pois seria vendido. É no significado deste adágio popular que repousa o antidoto contra o vampiro do tipo problemático: fique com um pé atrás contra alguém que sempre vem atrás de conselhos e mais conselhos. O problema deste tipo de relação de doação é quando acontece a ausência de mudanças na pessoa aconselhada e a paulatina perda do ânimo do aconselhador.
Reclamão: intriguento/incompreendido/injustiçado.
A pessoa que vive constantemente reclamando do salário, do trabalho, do governo, da sociedade, da esposa, do marido, da família, dos filhos, etc, manifesta um dos sintomas básicos de vampirismo psíquico. Paralelamente a isto, tal tipo de pessoa costuma cultivar a maledicência, quando elas entregam uma fofoca na esperança de obter outras e assim enredar o incauto.
Antídoto: mais dia menos dia você descobre que de nada adianta contradizer o reclamão, pois mesmo que ele possa trocar de choraminga, dificilmente renunciará ao seu ponto de vista negativo. Assim, a energia que você gasta argumentando é justamente o combustível que o reclamão precisa para ficar bem, logicamente às custas do seu estado de ânimo. Portanto, o antídoto para este tipo de gente é não cair na lógica das reclamações e não tentar defender as suas vítimas, logo, é manter-se neutro e sair pela tangente na primeira deixa é o melhor remédio.
Quando as circunstâncias o obrigarem a dialogar com um VP já identificado, mantenha-se de braços cruzados protegendo a região do plexo solar, já que este é o ponto que eles atacam, porque é por onde entram as emoções negativas.
Jamais convide um Vampiro Psíquico para entrar na sua casa, pois os sugadores tem o costume de carregar consigo “objetos de poder”. Para explicar os objetos de poder, recorro a um exemplo muito simples: você lembra de alguém que sempre que entra na sua casa dá um jeito de levar algum utensílio, livro, alimento, roupa, CD, etc, emprestado ou dado? Este é um dos aspectos pitorescos do sugamento de energia, manifestado quando o vampiro provoca situações em que a dona, ou dono da casa se veem obrigados a lhe fornecer “voluntariamente” alguma coisa que ele leva embora.
Esta é uma pequena circunstância que ilustra fisicamente o que acontece na esfera psíquica; você acaba cedendo diminutas porções da sua energia na forma de tempo e atenção, sem receber nada em troca, a não ser aquela sensação de cansaço e esgotamento depois de ter se avistado com o vampiro.
Última consideração.
Não importa se os vampiros são conscientes ou não da sua condição, já que a maioria não o é, porque isto não minimiza os estragos causados por eles nos seios das famílias, tais como doenças, separações, perda de emprego, falências, perdas financeiras e até mesmo a morte. Importa, isto sim, mantê-los afastados dos seus bens, da sua intimidade e, principalmente, dos seus pensamentos e desejos, pois eles tem um grande poder empático que lhes abre portas para a aproximação e a coação.
Certamente existem estirpes humanas sugadoras de sangue, porém, assim como os adeptos do piercing extremo, eles estão mais para lendas, do que algo palpável capaz de tirar a paz das pessoas. Contrário senso, os parasitas de energia psíquica estão de tal forma espalhados pelo mundo, que um deles pode estar no seio da sua família sem que você saiba.
O mecanismo mais plausível para o surgimento de um Vampiro Psíquico (VP) é a busca pelo combustível do bem estar, a felicidade, que ele não consegue obter pelos seus próprios meios. O problema é que a felicidade não nasce em árvores e não se compra na farmácia, pois tal dom é conquistado em parte mediante a adoção de boas escolhas de vida, e em parte como resultado da herança genética.
Cena clássica de detecção de um Vampiro Psíquico.
Você se acorda numa manhã radiante e se prepara para ter um lindo dia... até que se depara com uma dessas criaturas negras. Depois do encontro, se as únicas palavras na sua boca são “fulano estragou o meu dia”, bingo, você acabou de ser sugado por um VP!Para reconhecê-los, primariamente temos que caracterizar os tipos mais comuns de Vampiros:
Pessoa sempre “para baixo”.
Este vampiro coloca qualquer um para baixo, mesmo que poucas palavras sejam trocadas com ele, às vezes até menos, pois a simples presença pode impactar negativamente o humor dos circundantes.
Antídoto: não tente insuflar luz em buracos negros, ou seja, a tendência natural das pessoas alegres é levantar o astral das pessoas “down”. Porém, com o vampiro psíquico isto não funciona, já que o único resultado prático é você PERDER o seu alto astral ao longo do processo e estragar o seu dia.
Isto parece ser um conselho politicamente incorreto e atentatório contra o princípio universal da caridade e do amor, todavia, diante de um VP inveterado, tenha certeza que a única alegria dele, consciente ou inconscientemente, será a sua derrota. Neste caso, a lei mais imediata da auto-preservação manda você zarpar para longe do perigo.
Invejoso.
Decore bem este aforismo: TODO o invejoso é um vampiro psíquico e todo vampiro psíquico tem como centro de gravidade da sua personalidade a inveja.
Antídoto: jamais ponha na mesa para qualquer pessoa os motivos da sua felicidade, os seus ganhos, as suas alegrias, conquistas e os seus projetos auspiciosos. Mesmo que você não dê importância e não perceba, o vampirismo psíquico tem o poder de arruinar a sua vida, pois muitas vezes quando eles terminam sendo descobertos, é tarde demais.
Os invejosos mais perigosos se dissimulam de bons camaradas e confidentes, até que dão o golpe pelas costas, articulando intrigas e tramando conspirações.
Coitadinho: auto-comiserativo/indeciso.
Toda a pessoa constantemente frágil é altamente suspeita de ser vampira psíquica. Quem não se valoriza, quem está sempre dependendo de conselhos para tomar decisões e encontrar um rumo, corre um sério risco de ser um Vampiro do tipo coitadinho.
Antídoto: quando você percebe ao longo da convivência que uma determinada pessoa nunca “troca o disco” e vem sempre com a mesma ladainha, é hora de VOCÊ procurar a sua praia e se afastar educada e rapidamente do convívio mais próximo.
Problemático.
Você conhece uma pessoa cheia de problemas familiares, de saúde, trabalho, etc? Assim como acontece com o auto-comiserativo, desconfie quando alguém nunca troca o disco da sua canção psicológica. Com o tempo você acaba percebendo que, quanto mais conselhos você dá, menos a pessoa os acata e menos tem vontade de mudar. Ou seja, ela usa o seu enxame de problemas para lançar redes psíquicas sobre os outros afim de enredá-los, para que possa extrair-lhes assim o sumo da boa disposição.
Antídoto: se por caso conselho fosse bom, não seria dado, pois seria vendido. É no significado deste adágio popular que repousa o antidoto contra o vampiro do tipo problemático: fique com um pé atrás contra alguém que sempre vem atrás de conselhos e mais conselhos. O problema deste tipo de relação de doação é quando acontece a ausência de mudanças na pessoa aconselhada e a paulatina perda do ânimo do aconselhador.
Reclamão: intriguento/incompreendido/injustiçado.
A pessoa que vive constantemente reclamando do salário, do trabalho, do governo, da sociedade, da esposa, do marido, da família, dos filhos, etc, manifesta um dos sintomas básicos de vampirismo psíquico. Paralelamente a isto, tal tipo de pessoa costuma cultivar a maledicência, quando elas entregam uma fofoca na esperança de obter outras e assim enredar o incauto.
Antídoto: mais dia menos dia você descobre que de nada adianta contradizer o reclamão, pois mesmo que ele possa trocar de choraminga, dificilmente renunciará ao seu ponto de vista negativo. Assim, a energia que você gasta argumentando é justamente o combustível que o reclamão precisa para ficar bem, logicamente às custas do seu estado de ânimo. Portanto, o antídoto para este tipo de gente é não cair na lógica das reclamações e não tentar defender as suas vítimas, logo, é manter-se neutro e sair pela tangente na primeira deixa é o melhor remédio.
Antídotos gerais.
A melhor atitude a tomar quando você desmascara um Vampiro Psíquico é manter distância dele e, doravante, qualquer possibilidade de estreitamento de relações deverá ser descartada. Não é preciso ser agressivo para manter tais pessoas afastadas, mas a relação, mesmo respeitando as regras da civilidade, deve ser fria o suficiente para não suscitar intimidades.Quando as circunstâncias o obrigarem a dialogar com um VP já identificado, mantenha-se de braços cruzados protegendo a região do plexo solar, já que este é o ponto que eles atacam, porque é por onde entram as emoções negativas.
Jamais convide um Vampiro Psíquico para entrar na sua casa, pois os sugadores tem o costume de carregar consigo “objetos de poder”. Para explicar os objetos de poder, recorro a um exemplo muito simples: você lembra de alguém que sempre que entra na sua casa dá um jeito de levar algum utensílio, livro, alimento, roupa, CD, etc, emprestado ou dado? Este é um dos aspectos pitorescos do sugamento de energia, manifestado quando o vampiro provoca situações em que a dona, ou dono da casa se veem obrigados a lhe fornecer “voluntariamente” alguma coisa que ele leva embora.
Esta é uma pequena circunstância que ilustra fisicamente o que acontece na esfera psíquica; você acaba cedendo diminutas porções da sua energia na forma de tempo e atenção, sem receber nada em troca, a não ser aquela sensação de cansaço e esgotamento depois de ter se avistado com o vampiro.
Última consideração.
Não importa se os vampiros são conscientes ou não da sua condição, já que a maioria não o é, porque isto não minimiza os estragos causados por eles nos seios das famílias, tais como doenças, separações, perda de emprego, falências, perdas financeiras e até mesmo a morte. Importa, isto sim, mantê-los afastados dos seus bens, da sua intimidade e, principalmente, dos seus pensamentos e desejos, pois eles tem um grande poder empático que lhes abre portas para a aproximação e a coação.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Vida
Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas
que eu nunca pensei que iriam me decepcionar,
mas também já decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
e amigos que eu nunca mais vi.
Amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
e quebrei a cara muitas vezes!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).
Mas vivi!
E ainda vivo!
Não passo pela vida.
E você também não deveria passar!
Viva!!
Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é "muito" para ser insignificante.
FILHOS BRILHANTES ALUNOS FASCINANTES
Bons filhos conhecem o prefácio da história de seus pais Filhos brilhantes vão muito mais longe, conhecem os capítulos mais importantes das suas vidas.
Bons jovens se preparam para o sucesso. Jovens brilhantes se preparam para as derrotas. Eles sabem que a vida é um contrato de risco e que não há caminhos sem acidentes.
Bons jóvens têm sonhos ou disciplina. Jovens brilhantes têm sonhos e disciplina. Pois sonhos sem disciplina produzem pessoas frustradas, que nunca transformam seus sonhos em realidade, e disciplina sem sonhos produz servos, pessoas que executam ordens, que fazem tudo automaticamente e sem pensar.
Bons alunos escondem certas intenções, mas alunos fascinantes são transparentes. Eles sabem que quem não é fiel à sua consciência tem uma dívida impagável consigo mesmo. Não querem, como alguns políticos, o sucesso a qualquer preço. Só querem o sucesso conquistado com suor, inteligência e transparência. Pois sabem que é melhor a verdade que dói do que a mentira que produz falso alívio. A grandeza de um ser humano não está no quanto ele sabe mas no quanto ele tem consciência que não sabe.
O destino não é frequentemente inevitável, mas uma questão de escolha. Quem faz escolha, escreve sua própria história, constrói seus próprios caminhos.
Os sonhos não determinam o lugar onde vocês vão chegar, mas produzem a força necessária para tirá-los do lugar em que vocês estão. Sonhem com as estrelas para que vocês possam pisar pelo menos na Lua. Sonhem com a Lua para que vocês possam pisar pelo menos nos altos montes. Sonhem com os altos montes para que vocês possam ter dignidade quando atravessarem os vales das perdas e das frustrações. Bons alunos aprendem a matemática numérica, alunos fascinantes vão além, aprendem a matemática da emoção, que não tem conta exata e que rompe a regra da lógica. Nessa matemática você só aprende a multiplicar quando aprende a dividir, só consegue ganhar quando aprende a perder, só consegue receber, quando aprende a se doar.
Uma pessoa inteligente aprende com os seus erros, uma pessoa sábia vai além, aprende com os erros dos outros, pois é uma grande observadora.
Procurem um grande amor na vida e cultivem-no. Pois, sem amor, a vida se torna um rio sem nascente, um mar sem ondas, uma história sem aventura! Mas, nunca esqueçam, em primeiro lugar tenham um caso de amor consigo mesmos.
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